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Mulheres Suburbanas

Pra celebrar o Dia Internacional da Mulher, resolvemos homenagear as mulheres que já apareceram aqui na nossa página com uma grande lista enaltecendo suas trajetórias e carreiras, que despontam nas mais diversas áreas, e provam toda força e versatilidade da mulher.


Chefs de cozinha, cientistas, grafiteiras, escritoras, diretoras, artistas, nossa seleção traz um recorte da mulher periférica contemporânea e seus desafios nesse 8 de Março ainda distante da igualdade de gênero, de condições de trabalho e vida. Mas reforça que, através do impacto que essas mulheres exercem em seus territórios, toda a potência e o poder emancipatório feminino são capazes de transformar a vida das pessoas e as relações em nossa sociedade. O futuro promissor é feminino.

Thallita Flor (@thallitaxavier) é moradora de Niterói, atriz, palhaça e proprietária do Banana Buffet (@bananabuffet ), onde comanda uma cozinha livre de exploração animal, humanos ou não humanos, totalmente a base de vegetais. Como chef de cozinha, estuda as influências e contribuições do continente africano para a gastronomia brasileira e valoriza ingredientes da terra, destacando a importância da autonomia alimentar e uma comida descolonizada. Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.


Nina da Hora (@ninadhora) é de Duque de Caxias e se define como uma cientista em construção na vida e cientista em computação no diploma. Programadora e pesquisadora, criou canais para democratizar o pensamento computacional. Usando a internet como ferramenta para ensinar, divulga assuntos do universo da computação/robótica em suas redes sociais, e fala sobre a importância da representatividade e a participação de mulheres, negros e moradores da periferia nesse contexto. Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.


Lu Brasil (@lubrasilart) é nascida no ABC Paulista e moradora da favela da Vila Operária, em Duque de Caxias, há mais de 30 anos. É grafiteira, videomaker, agente cultural e mestre em educação, comunicação e cultura de periferias urbanas. Integrante do coletivo Afro Mulheres de Opinião @amocrewoficial , formado por mulheres negras e periféricas que buscam fomentar a união feminina através da arte, Lu Brasil desenvolveu uma série audiovisual sobre o protagonismo feminino no @meetingofavela , onde retrata a historia de diversas grafiteiras que passaram pelo evento em 2019, reivindicando seu espaço na arte urbana e como o machismo afeta a inclusão das mulheres na cena do graffiti Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.


Valeska Torres (@valeskatorres_poeta) é moradora de Vista Alegre, é escritora, performer e estudante de Biblioteconomia pela UniRio. e tem poemas publicados em fanzines no Brasil, Argentina e Paraguai e em plataformas digitais. É autora do livro O coice da égua [Editora 7Letras, 2019], que se apresenta com a urgência de uma poesia que traduz a realidade urbana dos subúrbios e expõe de forma nua e crua a vivência de uma mulher diante da violência cotidiana. Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.


Rossandra Leone (@rossandraleone_) nasceu em Oswaldo Cruz, e se entende como uma realizadora audiovisual, atuando principalmente com produção, roteiro e cinema. Com passagem pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro e pelo curso de cinema da UFF, ela atua em diversas vertentes do ramo , trazen o debate sobre esses temas como sua consciência enquanto mulher negra e periférica como protagonistas de seus projetos. Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.


Márcia Falcão (@marciafalcao__) nasceu, vive e trabalha no subúrbio, e é Bacharel em Pintura pela EBA-UFRJ. Seu tema recorrente tem sido a problemática feminina vista através de experiências pessoais tendo o Rio de Janeiro como cenário. Passeando pelo grotesco assume a linguagem figurativa como meio de transmitir críticas à contemporaneidade. Você confere o post que fizemos sobre ela aqui.